Rotatividade no setor supermercadista: quais as consequências?
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Rotatividade no setor supermercadista: quais as consequências?

Este cenário é comum para você, profissional de Recursos Humanos, gestor, diretor ou proprietário de supermercados?

?O setor varejista, ao qual os supermercados e hipermercados pertencem, é comumente atingido pela alta rotatividade de colaboradores, o conhecido turnover. E este pode ser considerado um dos principais problemas a serem enfrentados pelas gestões, afinal, o setor é o que mais gera empregos no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Uma análise realizada pela Revista NOVAREJO e também divulgada pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), indicou que os últimos três anos foram os piores da história do varejo brasileiro. Evidentemente que a crise financeira e política a qual o país atravessa atingiu os supermercados. Contudo, questões internas como a rotatividade também podem impactar diretamente nos resultados financeiros da empresa, já que admissões e desligamentos geram custos à corporação.

Este cenário é comum para você, profissional de Recursos Humanos, gestor, diretor ou proprietário de supermercados? Acreditamos que esta é uma realidade na maioria dos negócios que não conhecem ferramentas adequadas para recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, entre outras.

Quer entender como é possível diminuir a rotatividade e reter seus talentos? Continue acompanhando este artigo, produzido pela Metadados, empresa com mais de 30 anos de experiência em soluções tecnológicas e serviços de apoio à gestão de pessoas.

Supermercados e rotatividade: uma relação antiga

Ainda que os últimos três anos tenham sido difíceis para o setor supermercadista, ele ainda apresenta relevante importância para a economia brasileira. A ABRAS apontou que a receita bruta do setor em 2016 atingiu R$ 338,7 bilhões, o que garantiu participação no PIB brasileiro de 5,4%.

Neste mesmo ano, o número de colaboradores que passaram pelo setor foi 1,8 milhão. Sim! O número é alto! E, destes, certamente, muitos são frutos da alta rotatividade, um obstáculo que continua a ser encontrado pelo segmento.

Contudo, o setor supermercadista já é um tanto quanto familiarizado com a rotatividade. Este problema é antigo e já existem até algumas explicações para tais índices, como: falta de comprometimento por parte do colaborador; segmento que contrata, em sua maioria, profissionais para o primeiro emprego; candidatos muito jovens e sem experiência; desemprego que faz com que profissionais mais qualificados procurem estas vagas como temporárias, entre outros.

Contudo, a formação de uma boa equipe inicia no processo de seleção. E isso todo profissional de RH entende (ou precisaria entender) muito bem. Porém, nem todos possuem o suporte necessário para executar um processo completo com sucesso: os softwares.

No próximo item explicamos como é possível trabalhar estratégias para a diminuição do turnover e para potencializar a retenção de talentos. Acompanhe!

Como potencializar o RH para a diminuição do turnover

Estudiosos como Patias e Wittmann (2015) acreditam que a excessiva rotatividade de colaboradores pode causar, além de efeitos intangíveis, o aumento dos custos operacionais. Além disso, a retenção de talentos está diretamente ligada ao turnover, ou seja, conseguir manter profissionais capacitados dentro da corporação também é uma ação que deve ser pensada. Segundo Hanashiro (2008), quando os talentos são escassos, a vantagem competitiva está em saber retê-los.

Isto é, a questão da rotatividade está conectada com as ações de RH. Então, para tentar minimizar esta situação, é necessário traçar estratégias internas de organização, onde o profissional de Recursos Humanos pode (e deve) contribuir.

Então, antes de agir efetivamente, é preciso entender as consequências do turnover nos processos internos da empresa e conhecer ferramentas que auxiliarão o profissional neste momento. Entre eles, podemos citar:

  • Recrutamento e Seleção

Mais acima afirmamos que a formação de uma boa equipe inicia no processo de seleção. E isto é verdade. Afinal, conseguir identificar um profissional capacitado para preencher determinada vaga é o primeiro passo para que a rotatividade seja menor.

E o processo inicia desde a seleção do currículo. Já imaginou precisar triar todos os currículos que chegam sem um filtro por experiência, por exemplo? Pois é, ainda existem empresas que as fazem. Porém, outras, já utilizam softwares que realizam o quadro de lotação por unidade e setor, e no qual o próprio candidato preenche o modelo de currículo on-line. Após, o profissional de RH realiza a pesquisa por meio de um filtro, como formação, experiência, entre outros.

Além disso, a empresa terá sempre um banco de dados atualizado de potenciais candidatos, bem como históricos das entrevistas e testes realizados. É uma forma de agilizar o processo, já que as contratações são quase sempre emergenciais.

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  • Treinamento e desenvolvimento

Após a contratação, é preciso que a empresa continue desenvolvendo o profissional. Afinal de contas, houve todo um desgaste e tempo despendido para que a sua contratação fosse a mais assertiva possível.

Assim, é possível investir em conhecimento focado no negócio da empresa, propondo treinamentos alinhados às necessidades do cargo e da empresa. Para isso, já existem ferramentas que realizam o gerenciamento e mensuram a eficácia.

Neste sentido, a empresa potencializará o RH para criar uma cultura interna de treinamento e desenvolvimento, onde os resultados, ao invés de rotatividade, seja a retenção de talentos.

  • Benefícios

Gerir os benefícios de diversos profissionais, por si só, já é uma atividade complexa. Empresas que realizam esse controle manualmente tendem a cometer equívocos constantemente. E, quando há grande rotatividade de colaboradores, a tarefa de controle de todos os benefícios se torna ainda mais difícil. Com isso, a empresa acaba aumentando os passivos trabalhistas, além de, muitas vezes, precisar arcar com os valores não repassados ao colaborador, como vale-transporte pago integralmente para o funcionário em aviso-prévio, o qual não será possível reaver o valor posteriormente.

Entretanto, a gestão dos benefícios se torna mais assertiva quando é possível automatizar o processo, isto é, administrar por meio de um sistema projetado para essa finalidade. Supomos que uma empresa com 500 funcionários tem um indicador de rotatividade de 5%. Isto é, profissionais entram e saem durante um período de 30 dias. Para todos eles, há determinados benefícios adquiridos (tanto para os que são desligados quanto para os que são admitidos). Como a empresa terá eficiência no controle se não tiver esse processo automatizado? Quase impossível, não é mesmo?!

  • Folha de Pagamento

Além dos benefícios, a folha de pagamento também é um processo do RH que sofre com a alta rotatividade. Afinal, é neste documento que estão registrados todos os direitos do colaborador. A cada nova admissão ou desligamento, é necessário gerar novas folhas de pagamentos, o que aumenta os custos. Aliás, o valor de uma rescisão pode ser três vezes superior ao salário-base do colaborador, além de quanto maior a rotatividade, maior o custo do RH.

Contudo, um RH preparado com software de gestão de RH, por exemplo, é capaz de gerir esses processos sem dificuldade, já que a automatização gerencia cada nova mudança automaticamente. A Metadados, como citamos anteriormente, é uma empresa especializada em soluções para a gestão de recursos humanos. Conheça as ferramentas e escolha a que melhor se encaixa na sua necessidade. São produtos e serviços que farão a diferença no seu dia a dia.

E então, conseguiu identificar como iniciar o processo na sua empresa? Sabemos que diminuir a rotatividade é um grande desafio, especialmente no setor supermercadista. Mas, com ferramentas adequadas tudo fica mais fácil, inclusive para a gestão do negócio.

Agora, que tal conhecer o infográfico que desenvolvemos para você visualizar todo o processo em 6 dicas? Se eu fosse você, não perderia! Acesse aqui!